sexta-feira, 9 de maio de 2025

Suplementação com Polivitamínico A-Z

  O Polivitamínico A-Z não tem uma data de criação, os primeiros surgiram ao longo do século XX conforme os cientistas avançaram nos estudos verificando a importância das vitaminas em nosso organismo, avanço da ciência nutricional que observou a importância das vitaminas e minerais para nossa saúde.

O Polivitamínico A-Z começou a ser indicado para pessoas com deficiência nutricional seja ela por motivo de doença, prática de esportes, uso de medicamentos que atrapalham a absorção das vitaminas em nosso organismo ou até mesmo por uma má alimentação e não conseguir ingerir todas as vitaminas necessárias no dia a dia para nosso organismo.

Os polivitamínicos de A-Z contém vitamina C, vitamina A, vitaminas do complexo B, vitamina D e muitos contêm minerais essenciais para uma qualidade de vida melhor.

 Indicações

 São indicados para suplementação ajudando a manter os níveis de vitamina no organismo adequados e assim melhorando o funcionamento do nosso corpo com uma boa qualidade de vida e saúde.

  • Baixa ingestão de vitaminas: No caso da pessoa que não consegue manter um nível de alimentação com as vitaminas necessáriass para um bom funcionamento do nosso sistema fisiológico.
  • Baixa absorção: Em casos de pessoas que tem uma deficiência na absorção de vitaminas no organismo como doença, cirurgia bariátrica e problema no intestino.
  • Aumento nas necessidades nutricionais: Quando o organismo precisa de um quantidade maior de vitamina pelo organismo, como mulheres grávidas, na infância, pessoas idosas ou praticantes de esportes.

Lembrando que cada suplementação é adequada para cada pessoa, mulher, homem, criança, idosos, atletas e sua alimentação.

 O Polivitamínico faz engordar?

 Não tem como um polivitamínico fazer uma pessoa engordar pois vitaminas e minerais não possuem calorias.

Vitaminas podem ajudar a abrir o apetite das pessoas assim como o complexo B, sendo assim a pessoa acaba comendo mais e ganhando peso, por este motivo é sempre bom estar associando de maneira adequada as vitaminas que estara tomando e praticar atividades físicas para auxiliar nesta ingestão de vitamina.

 Quando o polivitamínico não é indicado?

 Quando a pessoa tenha alergia a algum elemento da composição do mesmo, a pessoa que já utiliza de algum outro tipo de suplementação que contém as vitaminas assim podendo ocorrer hipervitaminose que é a intoxicação por excesso de vitamina, podendo causar dores de cabeça, náusea e vômitos.

 Possíveis efeitos colaterais 

 O consumo de polivitamínico sempre deve ser orientado por um profissional da área da saúde pois pode ter interações com algumas medicações e assim não ter seu efeito desejado. Algumas pessoas podem desenvolver problemas hepáticos, cardíacos, no sistema nervoso, pele e rins.

 Como tomar o polivitamínico 

 No mercado temos diversos tipos de polivitamínicos em formas de administrações diferentes como: comprimidos, cápsulas duras, cápsulas moles, em pó, em gomas, devemos seguir a orientação do fabricante ou de um profissional da saúde. 

Conclusão 

O polivitamínico dá um suporte à saúde assim melhorando o sistema imunológico, ósseo, muscular e mental, além disso, todo polivitamínico deve ser tomado sob orientação de um profissional da área da saúde assim tomando com segurança e reduzindo as chances de qualquer efeitos colaterais indesejados. E entender que nenhum polivitamínico promova a cura ou a melhora de qualquer doença que seja por este motivo ele não é indicado para tratar doenças e apenas para suporte na nutrição e manter os níveis normais de vitaminas em nosso organismo.

 

Referências:

  1. https://www.tuasaude.com/polivitaminico/
  2. https://www.scielo.br/j/csp/a/RZLbxy8Ngz8LnkFH6KyV7Wq/?format=pdf&lang=pt
  3. https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/alimentos/suplementos-alimentares 

 

terça-feira, 6 de maio de 2025

Medicamento de Referência, Genérico e Similar: Qual a Diferença?

 

Introdução

Quando você vai até a farmácia, provavelmente já ouviu falar dos medicamentos de referência, genéricos e similares. Mas você sabe a real diferença entre eles?

Essa é uma dúvida comum de muitos clientes, e é importante entender como esses medicamentos funcionam e como podem ser substituídos. Vamos esclarecer isso de forma simples e direta!

Medicamento de Referência

É o produto original, desenvolvido por um laboratório e aprovado pela Anvisa após muitos testes de eficácia, segurança e qualidade. Ele é a base para comparação com os genéricos e similares.

Exemplo: Tylenol® (paracetamol) é o medicamento de referência.

Medicamento Genérico

O medicamento genérico surgiu em 1999 no Brasil e tem o mesmo princípio ativo, concentração, forma farmacêutica e indicação do medicamento de referência. A grande vantagem é que ele é mais barato, pois não carrega o nome de marca e não exige novos testes clínicos apenas precisa comprovar bioequivalência, ou seja, agir da mesma forma no organismo.

Características:
- Não possui nome de marca (ex: "paracetamol" em vez de "Tylenol")
- Sempre tem a tarja amarela com a letra G
- A embalagem destaca: “Medicamento Genérico - Lei nº 9.787/99”

Medicamento Similar

O similar também tem o mesmo princípio ativo do de referência, mas tem nome comercial, embalagem e formato diferentes. Ele também precisa passar por testes de bioequivalência (hoje em dia) e pode ser substituído pelo genérico ou referência, desde que tenha sido aprovado pela Anvisa.

Exemplo:
- Tylenol® (referência)
- Paracetamol (Genérico)
- Dorsanol® (Similar com princípio ativo idêntico)

Afinal, qual escolher?

Todos os três tipos são eficazes quando aprovados pela Anvisa, mas a escolha deve sempre ser orientada por um profissional farmacêutico ou médico. Em muitos casos, o genérico e o similar podem ser boas opções para economizar sem abrir mão da qualidade.

Conclusão

O mais importante é manter o tratamento corretamente e não trocar o medicamento por conta própria. Consulte sempre seu médico ou farmacêutico de confiança. Eles vão te orientar com segurança, explicando a diferença e te ajudando a escolher o melhor para a sua saúde e também para o seu bolso!

Fontes consultadas

- ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Portal do Ministério da Saúde

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